domingo, 23 de agosto de 2015

Entrevista: Rafael Pereira

"Sempre foi o meu sonho jogar profissionalmente."

Entrevista por: Laísa Pigozzo

Rafael Pereira tem 17 anos, estuda na escola Mestre e trabalha. Ele nos conta um pouco sobre como foi perseguir o seu sonho de ser um jogador de futebol profissional.





Jornal Mestrando: Qual foi a importância da escola Mestre no seu desenvolvimento como jogador de futebol?


Rafael: Nunca me considerei um "jogador", mas a escola Mestre me proporcionou bons momentos praticando o futebol, como as quatro interséries que disputei lá, onde ganhei, pelos quatro anos, o título de artilheiro.


Jornal Mestrando: Na sua opinião, a escola Mestre tem boa estrutura para a prática de esportes?


Rafael: Sim. Além de um ótimo ginásio, tem as quadras de mini­vôlei e possui mais uma quadra de concreto onde dá para jogar tranquilamente.


Jornal Mestrando: O que te motivou a começar a jogar futebol?


Rafael: Quando pequeno, no Brasil, o primeiro presente de uma criança é uma bola de futebol. Comigo não foi diferente, e por morar no país do futebol, o sonho de qualquer moleque é jogar com a "amarelinha da seleção".


Jornal Mestrando: Que experiências o esporte te proporcionou?


Rafael: Muitas experiências. Tive palestras, treinos com o Paulo Paixão, que hoje é preparador físico da seleção brasileira, etc. Além disso, o mundo da bola me proporcionou novos amigos, tive a oportunidade de conhecer muitos lugares novos, outro país e pessoas com culturas diferentes da que estou acostumado.


Jornal Mestrando: Por que gostaria de ser jogador profissional? E o que te fez deixar de perseguir esse sonho?

Rafael: Sempre foi o meu sonho jogar profissionalmente, nunca me vi fazendo alguma outra coisa a não ser atuar dentro das quatro linhas. Mas o principal motivo de eu ter deixado de perseguir esse sonho foi o dinheiro. As coisas foram se afunilando e apenas os que tinham um empresário permaneceram. Sempre fui dedicado e focado no meu objetivo e tenho certeza de que não foi por falta de dedicação ou de vontade da minha parte.


Jornal Mestrando: Quais foram as maiores dificuldades nesta trajetória? Essas dificuldades eram comuns aos outros jogadores?

Rafael: A maior dificuldade foi se adaptar a lugares novos, longe da família e amigos. Acredito que todos os atletas sentiam o mesmo, pois era visível.

Jornal Mestrando: Como era sua rotina como jogador?

Rafael: Fizesse chuva ou fizesse sol, quando o despertador tocava era a hora de ir fazer o que eu amo. Tínhamos treinos na parte da manhã e da tarde, nos finais de semana tínhamos jogos, viajamos bastante também. Era tudo muito cansativo, mas também era muito mágico.

Jornal Mestrando: Como você analisa a fase atual do futebol brasileiro?

Rafael: Considerado um dos mais disputados do mundo, o futebol profissional brasileiro está deixando para trás o futebol inglês e o espanhol, onde atuam os melhores jogadores do mundo. Mas, no futebol de classe, existem muitas "panelas", ou seja, ou tu tens um empresário, ou, meu amigo, trate de virar um Neymar (risos).

Corrente do Sorriso

Corrente do Sorriso

A Escola Mestre venceu a gincana “Corrente do Sorriso”, e recebeu diversos instrumentos musicais como premiação. Saiba mais sobre o projeto de Ivo Mozart com o vídeo:

Confira a matéria exibida no Jornal do Almoço acessando: 
http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/escola-de-bento-goncalves-rs-vence-gincana-corrente-do-sorriso/4200413/

Crônica do amor e da ilusão


Autor: Clary (pseudônimo)

Será que sou só eu que sinto falta? Que sinto saudade? Eu acho que sim. Na verdade eu  tenho é certeza. Mas tudo bem. A gente supera, se desapega, desencanta, desilude.

Nós, garotas, passamos a infância e a adolescência inteira esperando pelo príncipe encantado, aquele cara que vai nos fazer sentir borboletas no estômago, nos fazer suas princesas, e o centro do seu universo.
Mas, bem.. não é bem assim. O que realmente acontece é que encontramos um "sapo", então nos apaixonamos, e o estrago está feito.
Aquelas palavras bonitas fazem seu coraçãozinho inocente bater mais forte, e, então, quem se importa com aquele papo de “vai com calma, vocês se conhecem há pouco tempo”? Ninguém. Porque ele está se declarando, entregando seu coração a você. E você acredita, entrega o seu nas mãos dele também, se dedica, pensa nele o tempo todo. Então os problemas começam.
Amigos, distância, ciúme, ou simplesmente... acabou. Mas no fundo, bem lá no fundo, você sabia. Essa não é a primeira vez que isso acontece, nem a última. Talvez seja uma forma pessimista de pensar, mas é a mais pura verdade. O amor é um jogo, e, por enquanto, muitas de nós somos as perdedoras. Mas sempre existe o segundo tempo. São apenas essas coisas chamadas "vida" e "destino".
Muitos não acreditam, mas o que é pra ser vai ser. O que importa é seguir em frente, com um sorriso no rosto. Sempre em frente.


Soneto de Inconsciência

Resultado de imagem para plumaSoneto de Inconsciência

Autor: Vinícius Batistelo da Luz

Na maneira de atos,
Consistem os retratos;
Na consciência dos dias,
Retornam-se as lembranças e as alegrias.

Contai-me que desejos se fazem,
Contrastes e vontades desanimam,
A vida traz momentos que desfazem
Os sentimentos que dominam.

Lembranças que te fazem voltar ao passado,
Talvez um passado não tão rídico,
Mas a calmaria do espaço que nos faz lúdico.

E o sentimento vira-se pluma
Leve com os lindos olhares
De um sonho profundo repleto de milagres.



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Projetos da Escola: Ação Solidária Mestre

Ação Solidária Mestre

Autora: Maria Eduarda Godoy

A escola não tem como único objetivo ensinar matérias como geografia, história ou literatura. Ela também precisa ensinar os alunos a  se comportarem em sua sociedade, a se portarem perante os demais.
Com base em seus objetivos, a direção decidiu lançar o projeto “Ação Solidária Mestre”, que tem por intuito incentivar os alunos à prática de ações que não irão favorecer somente a eles mesmos, mas também àqueles que não têm as mesmas condições.
O projeto deverá ser realizado da seguinte maneira: cada professor conselheiro, juntamente com sua turma, deverá elaborar uma boa ação, seja ela compra de brinquedos para crianças carentes, ajuda a instituições de caridade ou qualquer  boa ação, desde que seja a fim de ajudar o próximo sem esperar uma recompensa. Essa boa ação deverá ser concluída o mais cedo possível.

Afinal… nunca se sabe, hoje são eles e amanhã poderá ser você.


Paraninfos do terceirão


TERCEIRÃO!
Autora: Vanessa Marin

A cada ano que se passa nós, alunos, descobrimos mundos novos, onde nos imergimos com muita emoção. No último ano do Ensino Médio descobrimos que tudo vai mudar de repente, e a rotina de 11 (ONZE!) anos de estudo está ficando para trás... Esse ano, as quatro turmas de terceiro ano se emocionaram ao escolher seus paraninfos: a primeira turma, 33M, escolheu o parceiro professor Eduardo Pompermayer a segunda, 34M, escolheu o querido professor Nasser Lanza, a terceira, 32M, escolheu a divertida professora Marciela Gabana, e por fim, a 31M emocionou a amada Daniela Jornada. Nesse último ano de colégio, os terceiros festejam cada último pedacinho que lhes resta da escola, pois no ano seguinte sabem que será tudo bem diferente.

Na foto: Colegas do terceiro ano da turma 31M comemoram a escolha de sua professora paraninfa, Daniela Jornada.
Esta galera sairá da escola deixando um legado positivo na memória de seus professores e amigos!


Ei, terceirões: Sempre tem espaço do JM para vocês! Mandem suas publicações para o e-mail jornalmestrando@gmail.com


Ah, a fotografia!

Ah, a fotografia!



Autora: Érica Ribeiro

Fotografar faz com que a visão sobre as coisas e o mundo mude completamente. As suas percepções sobre tudo mudam. Um poste pichado, um morador de rua, a cidade atrás de uma flor, não são coisas banais, são cliques. A beleza está nos detalhes. Parece que os momentos da vida do fotógrafo são vividos com mais intensidade. Há um envolvimento maior com o cotidiano. A beleza não passa despercebida. Os sentimentos também não. Tampouco suas opiniões.
Não é necessário contar com uma superprodução para obter uma boa foto, nem com o melhor equipamento, pois quem faz a foto é o fotógrafo e não a câmera. Alguns dizem que qualquer pessoa com a melhor máquina, consegue fotos perfeitas, mas, além disso, é preciso ter visão!
O mercado da fotografia é muito concorrido, poucas pessoas conseguem ser reconhecidas, mas para quem ama a atividade, que quer eternizar a vida, lembrar-se de momentos felizes e marcantes, isso não importa você só precisa sentir orgulho de si mesmo, você só precisa se sentir bem.
Bom, saber que posso partilhar minhas alegrias com o mundo, mostrar o que gosto de fazer e o modo como enxergo as coisas é simplesmente o que interessa para mim é algo imensurável. Ser fotógrafo, para muitos, é inútil, insignificante. Mas só quem experimenta esta arte e tem o dom de mostrar para o mundo as suas belezas e os seus encantos é capaz de compreender o êxtase presente em uma foto.
- Eu não sou fotógrafa porque ganho dinheiro com isso. Só ouso me considerar uma porque aprendi a amar esta arte.