terça-feira, 19 de maio de 2015

Preparativos para próxima edição do Jornal Mestrando

Alguns dos integrantes do Jornal Mestrando reunidos para organizar os últimos detalhes da próxima edição. Preparem-se pois ela será repleta de boas matérias e novidades.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Learning Station promovida pelo Yázigi

Olá pessoal! Na semana passada, o Yázigi promoveu um evento muito legal na escola Mestre, que proporcionou novas aprendizagens e momentos de descontração. Aqui está o vídeo de uma das Learning Stations, ou estações de aprendizagem, que fizeram parte desse momento!
Divirtam-se assistindo e compartilhem!

terça-feira, 14 de abril de 2015


" Muita gente pequena
   em lugares pequenos,
   fazendo coisas pequenas
   podem mudar o mundo"

A literatura acaba de perder um grande escritor: o uruguaio Eduardo Galeano, que morreu nesta segunda-feira, 13/04/2015, em Montevidéu, Uruguai.


Para conhecer um pouco mais do seu trabalho, segue um de seus brilhantes textos:

"Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovakloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Pai, me ensina a olhar!"    

Eduardo Galeano em "O livro dos abraços"

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

APERTE O PLAY - Por Natacha De Carli

APERTE O PLAY
Por Natacha De Carli

Cinema, a arte que imita a vida.
Há quem diga que o cinema é uma mera idealização da vida, ou até uma utopia, que tudo não passa de uma realidade “enfeitada”. Pois aqui estou eu para provar que o cinema, entre tantas artes, tem sim a grandiosa competência de mostrar a vida tal e qual ela é. Também vou lhes provar como a vida extrai algumas das características do mundo cinematográfico.Então, sem mais delongas, vamos direto ao ponto.
Quantas vezes já fizemos papel de trouxas? Sim, nós fazemos papel de trouxas, assim como também podemos ser galãs, donzelas, intelectuais, mocinhos, vilões, princesas e monstros. Mas nós somos os protagonistas da nossa própria história, então vamos ser cada um desses personagens de acordo com o nosso humor, e que humor temos, somos capazes de fazer tempestades em copos d’agua com a mesma rapidez que imergimos em uma vida cor-de-rosa, de uma hora pra outra.Somos bons com efeitos especiais.
E drama, como fazemos drama, se pararmos para pensar, somos atores dramáticos natos, já nascemos chorando. Vivemos diversas situações corriqueiras que, na nossa cabeça, podem virar enormes bolas de neve. E não para por aí, quantas vezes ficamos repetindo a mesma cena? Insistindo de forma doentia em algo que, no fundo, não vai dar em nada (e sabemos que não vai, mas continuamos insistindo), somos incansáveis perfeccionistas, queremos sucesso de bilheteria.
Mas existem as vantagens de termos nosso próprio filme, e não são poucas. O elenco, por exemplo, fica por nossa conta, somos nós que escolhemos quem vai estar nesse filme ou quem vai sair de cena. Não precisamos seguir roteiros e nem ser censurados por nada nem por ninguém, pois vivemos a era da liberdade de expressão e de pensamento, vivemos por nós mesmos e somos os diretores deste filme.
Também não nos preocupamos com maquiagem ou figurino porque temos consciência de que se alguém realmente achar que vale à pena viver esse filme conosco, vai ter que se acostumar com os bastidores e o makingof desta produção.
Mas talvez a parte mais incrível de dirigirmos nossa vida é que podemos escolher a trilha sonora para cada momento e para cada pessoa, seja MPB, rock, pop ou ate um samba. Ah, vale lembrar que também podemos cantar no chuveiro sem nos preocuparmos se desafinamos ou saímos do tom, afinal, é o nosso filme.
E claro, não podemos esquecer dele, aquele que já transformou filmes em clássicos, que afundou navios, que ocasionou guerras, que já matou e, que infelizmente morreu algumas vezes. Estamos falando do amor. Que seria dos filmes sem ele? Que seria dos finais felizes sem ele? E, por Shakespeare, que seria de Romeu e Julieta sem ele?! Vamos nos apaixonar, por pessoas, por momentos, por sensações. Somos e sempre vamos ser eternos apaixonados pela vida.
Não temos nenhuma graduação em teatro ou artes visuais, porque sabemos que para dirigir a nossa vida todo o conhecimentode que precisamos está no simples ato de vivê-la.
Não precisamos fazer silêncio, porque agora somos nós é que aumentamos ou diminuímos o volume, podemos gritar, rir, e até chorar.
Podemos ajustar o brilho do sol dos dias de verão, as sombras do outono. Podemos dar mais cores e vida às flores da primavera. E, se quisermos, podemos até colocar uns efeitos especiais (ou pessoas especiais) ao longo da trama.
Mas, definitivamente, o que não podemos fazer é cortar as cenas das quais nos arrependemos, porque no fim, elas são apenas o resultado de todas as escolhas que fizemos. Podemos até repetir algumas falas, mas não podemos tirá-las do filme.
Não podemos de forma alguma apagar os nossos erros, mas podemos tentar corrigi-los, e isto será todo o enredo, por que esse filme é cheio de erros e incoerências, seremos o núcleo de todos os conflitos ali existentes, porque nós é que os criamos, nós somos inteiramente responsáveis por eles.
Vão acontecer muitos altos e baixos, afinal, que graça teria um filme sem nenhuma emoção? Vamos chorar, vamos sorrir, vamos até gritar de raiva. E vamos sim ter algumas crises existenciais.
Mas não precisamos nos preocupar com isso agora, vai demorar muito pras letrinhas dos créditos começarem a subir, porque esse filme será demasiado longo, e estamos ainda no comecinho. Então, não vamos perder mais tempo com essas apresentações, vamos logo escolher as personagens para o nosso filme e: luz, câmera, ação!









terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Tendência!!! Por Carla Carini

Olá pessoal! Como vocês estão? Então, para quem curte moda segue no site essa novidade quentíssima. Fiquem ligados pelos blogs  www.fashion-tips-for-you.tumblr.com ou www.facebook.com/fashiontipsforyouc.
E para o primeiro post nós separamos uma trend do verão 2015: as flashtattoos!
Elas fizeram um mega sucesso lá nos EUA e agora vieram para o Brasil com tudo. Trata-se de tatuagens metalizadas que imitam colares, brincos, pulseiras, etc. São facilmente aplicadas com água. Confira no vídeo a aplicação!
Beijos,

Carla Carini.




sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

VAMOS FUGIR...
(por Natacha De Carli)
   Nascemos para o mundo, para a estrada, para o horizonte. Não queremos a monotonia, queremos luzes multicoloridas, queremos viver tudo o que a vida tem a nos oferecer. Queremos ver o pôr do sol do outro lado do planeta, queremos o caos da cidade, a plenitude do campo, queremos tudo ao mesmo tempo. 
   Para nós, o mundo não se resume ao que temos, mas sim ao que ainda não conhecemos. Pois não ficamos satisfeitos com o pequeno mundinho a nossa volta, queremos mais, muito mais que isso. Queremos viajar. São nossas viagens que nos fazem ser o que somos, é através delas que nos conhecemos. Viajar nos faz ver o quão pequenos são os nossos problemas em relação à imensidão do mundo a nossa volta, vemos que ainda temos tanto a aprender, tantas pessoas a conhecer, que temos muitos e muitos quilômetros para viver. 
   E as viagens não se restringem somente ao mundo físico, viajar pode ser o simples fato de ler um livro e perceber que naquela história há outro mundo, é viajar pela vida de outras pessoas, porque não ficamos satisfeitos somente com nossas vidas, lemos porque queremos embarcar em outra vida e esquecer de nós mesmos de vez em quando. 
   Viajamos até nos perdermos, bagunçamos nossa vida ao máximo, e percebemos que é nessa bagunça que nos encontramos. Corremos, e corremos e corremos, queremos abraçar o mundo. Tropeçamos muitas vezes, passamos por diversas curvas, buscamos por nós mesmos, mas chega um ponto em que rasgamos o mapa, não queremos nada, não sabemos o que queremos, mas o que não queremos, é que essa viagem termine. Não temos um destino, nosso destino é a estrada. Não temos medo do mundo, porque é a nossa casa. Somos cidadãos do mundo. Temos uma mochila repleta de sonhos. Nas quatro estações do ano estaremos dispostos a viver; sonhamos com o verão da Califórnia, com o inverno de Londres, o outono de Nova Iorque e com a primavera do mundo!
   E o melhor, o melhor de tudo, é saber que sempre vamos ter para onde voltar, que teremos alguém nos esperando, de braços abertos e repletos de saudades. 
   E, claro, teremos nossas histórias para contar.